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Metodologia que prepara para os desafios da profissão



Decorar aquele excesso de texto para passar na prova, memorizar fórmulas, aprender matérias um pouco distantes da realidade, mas que servem para cumprir um cronograma, não entender como aquele conteúdo pode ser aplicado na prática. Essa é a realidade da maioria dos estudantes que cursam graduação hoje no Brasil.

No modelo tradicional os professores detêm o saber e transferem o conhecimento, aos alunos cabe se aprofundarem no conteúdo e desenvolver habilidades com experiências fora da faculdade, em estágios ou no primeiro emprego.

Mas a forma de ensinar e aprender vem mudando frente a um mercado desafiador em termos de complexidade, com empresas que necessitam de profissionais com capacidade de resolução de problemas e de tomar decisões.

De acordo com o professor Ryon Braga, reitor do Centro Universitário Uniamérica, instituição parceira da Católica de Vitória, o futuro das profissões se transforma constantemente e o ensino precisa se ajustar às novas demandas com currículos que potencializam a prática e experiência. “Esse modelo tradicional deixa um abismo entre a sala de aula e o mercado de trabalho, assim é comum os alunos fazerem perguntas sobre como um determinado conceito funciona no ‘mundo lá fora’. Mas vivemos uma época dinâmica em que a internet possibilitou que qualquer pessoa possa trabalhar de casa e para qualquer lugar do mundo. Portanto, o futuro das profissões mudou e a forma de ensinar terá que acompanhar”, afirma.

“O campo profissional quer pessoas com prática e experiência, network e currículo ajustados às necessidades de mercado”, destaca Braga. Além disso, segundo ele, existem novas competências tratadas dentro e fora da sala de aula que precisam ser levadas em conta. Visão analítica, pensamento crítico, trabalho em equipe e resolução de problemas complexos são algumas das atribuições procuradas em um profissional pelas empresas hoje.

Atenta às transformações globais, a Católica de Vitoria tem investido e atualmente é uma das únicas instituições no país que já identificou os novos caminhos que o mercado aponta e os perfis de profissionais necessários para atender essa nova demanda.

O Centro Universitário já iniciou a implementação de um novo modelo educacional inovador com tecnologias educacionais e foco na personalização das ações que potencializam o processo ensino-aprendizagem. “Essa metodologia possibilita uma formação acadêmica em que o aluno trabalha com desafios e problemas reais da profissão”, explica Ryon Braga.

Os cursos passam a ser norteados para empregabilidade e currículo baseado em competências e projetos. Os alunos são levados a solucionarem desafios ligados ao dia a dia das profissões. Dessa forma, terão que ir a campo para coletar dados, entrevistar e desenvolver empatia com seu potencial cliente, por exemplo.  Já os professores, terão o desafio de explorar os conteúdos de forma contextualizada, com dinâmicas que permitam aos alunos desenvolverem competências importantes a partir de avaliação e feedback.

“Reestruturar e inovar com sustentabilidade, esse é o desafio.  A inovação traz sustentabilidade, nos proporciona sair do lugar comum e nos posiciona no mercado, a fim de competir com essa educação comoditizada dos grandes grupos”, destaca Ryon.

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